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Às boas novas.

Às boas novas.
pregar o evangelho a toda criatura.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Aumentam os rumores de guerra Israel X Iran

Aumentam os rumores de guerra Israel X Iran

Ayatollah Ali Khamenei
Nas últimas semanas os meios de telecominicações de Israel têm cada vez mais debatido sobre os prós e contras de um possível ataque de Israel contra as instalações nucleares em solo persa.
A maioria dos jornalistas têm uma opinião tenebrosa sobre o dia seguinte de um ataque como este, segundo os "especialistas" e comentaristas, o que seguirá um ataque israelense contra o Irã, será uma chuva de mísseis vinda de todos os lados, o Hezbollah abriria fogo no norte de Israel, seus mísseis chegariam até o centro do país, e o Hamas, no sul de Israel, abriria fogo contra as cidades do sul e até o centro do país. Além deste quadro aterrorizador, o próprio Irã e a Síria de Assad abririam fogo contra as cidades centrais de Israel, Tel Aviv e as cidades circunvizinhas e até mesmo a Cidade Santa, Jerusalém, estaria em risco.
O que leva aos "especialistas" e comentaristas sobre Oriente Médio e Terrorismo a chegar a esta conclusão é o pacto obscuro existente entre estas forças, o que poderia levar ao jovem Estado de Israel a um colapso total, resultando naquilo que na Bíblia é conhecido como a Batalha do Armagedom, pois o Estado de Israel não ficaria sem responder ainda mais severamente contra o risco de sua inexistência.
Os "especialistas" e comentaristas creem que o ataque do Estado de Israel e das Forças de Defesa deverão ocorrer no máximo dentro de dois meses, ou seja, as semanas a seguir são as mais decisivas na história do país, ou talvez, na história contemporânea da humanidade, tudo vai depender de como agirão realmente os envolvidos e não de como este grupo de soberbos sentados em suas confortáveis poltronas nos estúdios de TVs israelenses, afinal eles estão longe de serem profetas.
O ataque israelense deverá ocorrer talvez no final do outono ou começo do inverno e não nos próximos dois meses
Em minha opinião, o ataque israelense deverá ocorrer talvez no final do outono ou começo do inverno e não nos próximos dois meses, isto por alguns motivos aparentemente inocentes, mas que se refletirmos, fazem sentido.
1 - Nos outros casos de ataques israelenses contra instalações nucleares, Israel nunca avisou o inimigo que estava pronto a fazê-lo, ao contrário, isto ocorreu após alguns meios de silêncio, no momento, há muito blefe no ar para que uma autoridade séria de Israel concorda-se em fazê-lo agora, afinal, o inimigo está mais preparado do que nunca. No Irã, estão certos de que o ataque israelense deverá ocorrer nas próximas semanas.
2 - A população de Israel ainda não está suficientemente preparada. Ainda esta semana se iniciarão os primeiros exercícios militares utilizando alertas gerais para a população através de telefones celulares. O sistema de forma automática enviará mensagens de alertas e de preparo para cada cidadão em Israel.
3 - Ainda não há aparentemente um apoio estratégico americano, a Arábia Saudita disse que se qualquer aeronave Israelense sobrevoar seu espaço aéreo, ela será abatida imediatamente(até parece rsrsrs).
4 - Israel está esperando um sinal de sua frente de informação secreta no Irã que confirme que o país iniciou a preparação para montagem de armamento nuclear em seu território.
Mediante esta situação, nossa esperança é que as sansões venham a dar o resultado esperado, porém, se nos basearmos na experiência americana com a Coréia do Norte, isto não levará a lugar algum.

terça-feira, 8 de maio de 2012

lição 06

Lição 06


TIATIRA, A IGREJA TOLERANTE
Texto Áureo: II Co. 6.14,15 – Leitura Bíblica: Ap. 2.18-25
Prof. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD
INTRODUÇÃO
Dentre as igrejas da Ásia Menor, uma se destaca pela tolerância ao pecado. Na aula de hoje estudaremos a respeito dessa igreja, a de Tiatira, sua contextualização histórica, sua condescendência com o pecado, e, ao final, o apelo de Cristo para que essa igreja passe a viver em santidade. Esse apelo se aplica, pela Palavra e o Espírito, às igrejas contemporâneas, a fim de que não convivam naturalmente com a prática do pecado.
1. A IGREJA DE TIATIRA
Tiatira era uma cidade que tinha posição geográfica privilegiada, pois estava localizada no percurso do correio imperial. Por isso, toda a movimentação comercial entre a Europa e a Ásia passava por aquele caminho. O comércio assumia posição de destaque com a produção de lã, couro, linho, bronze, tinturaria e alfaiataria em geral.  As divindades pagãs eram adoradas em meio a esse comércio. Para não perderem dinheiro, muitos cristãos faziam pactos com as agremiações comerciais, comprometendo sua espiritualidade. Alguns estudiosos acreditam que Lídia, uma das mais notáveis convertidas de Filipos, teria retornado a sua terra, Tiatira, a fim de auxiliar na formação de uma igreja naquela cidade (At. 16.14). A igreja de Tiatira é reconhecida por Cristo pelas obras, serviço, fé e paciência (Ap. 2.19). Essas são qualidades fundamentais à fé cristã, características que faltavam à igreja de Éfeso, tendo em vista que essa havia esfriado no primeiro amor, e demonstrava fidelidade, uma das fragilidades de Pérgamo, ainda que, como Esmirna, havia aprendido a perseverar diante das tribulações. O fundamento de tais virtudes, conforme expõe Paulo aos tessalonicenses, é o Senhor Jesus Cristo (I Ts. 1.3). É assim que o amor verdadeiro resulta em serviço genuíno que alimenta a esperança, mesmo em meio às tribulações. Enquanto que Éfeso estava em uma situação pior que a do início, a de Tiatira era o inverso, essa crescia em obras, de modo, conforme atesta o Senhor, suas “últimas obras são mais do que as primeiras” (Ap. 2.19). Tratava-se, portanto, de uma igreja que estava crescendo em obras, sua prática cristã estava em progressão, e não em declínio.
2. UMA IGREJA QUE TOLERA O PECADO
O problema de Tiatira era a tolerância com o pecado, e Jesus, sendo Aquele que “tem os olhos como chama de fogo e os pés semelhantes ao latão reluzente” (Ap. 2.18), não pode tolerá-lo. Ele repreende essa igreja por tolerar uma falsa profetiza que conduzia o povo a pecar tal como a Jezabel do Antigo Testamento, cujo nome significa, “puro, casta”. Jezabel foi responsável por introduzir o culto pagão a Baal entre os israelitas. Além de patrocinar o paganismo, ela ainda perseguiu os profetas de Deus. Quando Jezabel se casou com o rei Acabe, ela se encarregou de infiltrar, no culto judaico, elementos da sua religiosidade. Sob a influência da sua esposa, o rei Acabe construiu um templo a Astarte, a consorte de Baal, em Samaria e passou a sustentar 850 profetas em atividades cultuais que envolviam a imoralidade (I Rs. 16.30-32; 18.4; 19; 21.25). Essa nova Jezabel, a quem Jesus reprova em Sua carta à Tiatira, fundamenta-se no gnosticismo, um movimento filosófico-religioso que negava a matéria e incitava ao abuso do corpo, por considerar que esse seria destruído depois da morte. Essa mulher, que se dizia profetiza, ensinava e enganava os servos de Jesus, para que esses se prostituíssem e comessem dos sacrifícios da idolatria (Ap. 2.20).  A igreja de Éfeso odiava as práticas dos nicolaítas e não as tolerava (Ap. 2.2,6), a de Pérgamo tinha alguns que suportavam a doutrina de Balãao e dos nicolaítas (Ap. 2.15,16), mas a de Tiatira passou a tolerá-los, isto é, a conviver normalmente com suas atitudes no seio da igreja (Ap. 2.20). Como nestes dias, muitas igrejas estão fazendo “vista grossa” em relação ao pecado, a disciplina parece ser um assunto descartado, a busca pelo politicamente e juridicamente correto está solapando a moralidade das igrejas. Os cristãos não podem mais viver em pecado, pois morreram para ele (Rm. 6.1,2), a disciplina, em amor, é saúde não apenas para a igreja, mas para o próprio disciplinado (I Co. 11.20-32; Rm. 12.15; Hb. 12.11).
3. UM APELO À SANTIDADE
Jesus deu tempo para que essa Jezabel “se arrependesse da sua prostituição”, mas ela “não se arrependeu” (Ap. 2.22). Essa é uma demonstração de que Deus não tem prazer na morte do ímpio, antes espera que ele se arrependa, e seja salvo (II Pe. 3.9; I Tm. 2.4). Mas há limite, pois o juízo virá, ainda que não seja agora, mas no tempo determinado por Deus, quando Cristo colocar todos os inimigos debaixo de seus pés (I Co. 15.25), o dia da ira do Cordeiro (Ap. 6.17). A cama da promiscuidade estabelecida por Jezabel se transformará numa cama de sofrimento, de tribulação. Jesus é longânimo, dar tempo para que o pecador se arrependa, mas Ele tem poder para antecipar o julgamento, como fez com Ananias e Safira (At. 5), e ferir de morte aos filhos de Jezabel, como disciplina para que todas as igrejas saibam que Ele é Aquele que “sonda as mentes e os corações. E que dá a cada um segundo as suas obras” (Ap. 2.23). A irreverência na celebração da Ceia do Senhor levou muitos à morte (I Co. 11.17-32), pois não se pode profanar aquilo que é sagrado, o que fora santificado por Deus. O próprio corpo é templo e morada do Espírito Santo, por isso, devamos separá-lo para a glória dAquele que nele habita (I Co. 6.19,20). Felizmente, nem todos se dobraram diante da doutrina de Jezabel, alguns não tinham esse ensinamento, outros, melhor ainda, não quiseram conhecê-lo (Ap. 2.24). Adão e Eva poderiam ter desfrutado da presença de Deus, caso não quisessem se apropriar do fruto da arvore do conhecimento do bem e do mal (Gn. 2.17). Nem tudo deve ser experimentado, o ensinamento da Palavra de Deus é suficiente para sabermos o que pode nos distanciar do centro da vontade de Deus, que é boa, perfeita e agradável (Rm. 12.1,2).
CONCLUSÃO
A vontade de Deus é a nossa santificação (I Ts. 4.3), pois Deus nos escolheu para que sejamos santos (Ef. 1.4). Não podemos esquecer que os puros de coração verão a Deus (Mt. 5.8) e que sem a santificação ninguém verá ao Senhor (Hb. 12.14). Aquele que assim proceder receberá a promessa de Jesus de que julgará os ímpios e reinará com Ele (Ap. 2.26,27). Como lembrou Paulo aos coríntios, os santos julgarão o mundo (I Co. 6.2), isso se dará no futuro, quando Cristo vier reinar (Ap. 12.5; 19.15). Esses receberão também a estrela da manhã, isto é, conhecerão a Cristo, que assim se identifica em Ap. 22.16. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas.
BIBLIOGRAFIA
GUNTER II, D. M. Seven letters to seven churches. Kansas: Beacon Hill Press, 2011.
STOTT, J. O que Cristo pensa da igreja. Campinas: United Press, 1999.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

CREDO DA ASSEMBLÉIA DE DEUS


CREDO DA ASSEMBLÉIA DE DEUS
No que cremos
1) Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).
2) Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17).
3) Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14; Rm 8.34 e At 1.9).
4) Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurá-lo a Deus (Rm 3.23 e At 3.19).
5) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8).
6) No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma, recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26 e Hb 7.25; 5.9).
7) No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6 e Cl 2.12).
8) Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9.14 e 1Pd 1.15).
9) No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7).
10) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a Sua soberana vontade (1 Co 12.1-12).
11) Na Segunda Vinda pré-milenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a Sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda - visível e corporal, com Sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16. 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14).
12) Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2Co 5.10).
13) No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15).
14) E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis, e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25.46).

O que é pecar contra o espirito santo.

terça-feira, 10 de abril de 2012

hebraico (עברית)

MSB STUDIES HEBREW HEBRAICO עברית Mauricelio Basílio 27/3/2012 Eu crie esta apostila especialmente para as pessoas que têm curiosidades sobre o idioma hebraico em que foi escrito quase toda a bíblia, mais, não tem condições financeiras ou quem as ensinem, passo muito tempo estudando e pesquisando na internet e fazendo cursos, por isso, quero compartilhar com você, que não tem a oportunidade de estudar, é uma apostila básica apenas tirando algumas dúvidas sobre o idioma.   Todo conhecimento pertence a Deus como Salomão diz no livro de provérbios cap. 2 vv. 6-7: “porque o Senhor dá a sabedoria, e de sua boca vem o conhecimento e o entendimento”. “Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos, escudo é para os que caminham na sinceridade.” Ao longo de minha vida eu tenho buscado servir a Deus e tentar fazer sua vontade, nem sempre, isso é possível, mais quando buscamos e nos esforçamos conseguimos encontrar e descobrir nosso verdadeiro propósito, Deus tem um plano para cada um de nós, embora, na maioria das vezes achamos que isso não serve para nossas vidas, mais o propósito de Deus tem que se cumprir em nossas vidas. Isto foi algo que eu não quis entender, por isso, tive que passa por algumas provações para compreender, que nossas vontades e desejos nem sempre trarão o melhor pra nossas vidas, mais sim, o que Deus Tempra nós é o importante, se você tem um dom, seja de cantar, orar, tocar, ministrar seja qual for seu dom, siga-o, pois, foi para isso que Deus te designou e capacitou você. O espírito nos capacita segundo sua vontade, tanto no agir, tanto no efetuar, para o propósito que Ele nos chamou. Então, exerça seu dom não olhe para o dom dos outros, busque sua capacitação naquilo que Deus te chamou. Bem eu tenho estudado me dedicado e me esforçado no aprendizado deste idioma, ai longo de minha vida, como é uma língua difícil falta professores e lugares para o estudo, decide criar esta apostila para ajudar você que estuda a bíblia, e tenta entende-la. Quando lemos a bíblia no original tanto Grego quanto hebraico é um novo horizonte que surge em nossa mente, ou seja, estamos lendo como ela foi escrita no idioma original, isso faz toda a diferença, não estou dizendo que as traduções em nosso idioma estejam erradas, longe disso, mais é outra visão das sagradas escrituras que estamos lendo, a língua que os profetas falaram, os apóstolos falaram, vou dar dicas sobre o Aprendizado do idioma, escrita e pronuncia de algumas palavras, espero que isso ajudem vocês em seus estudos. . O alfabeto hebraico é composto de 22 letras sendo duas sem som, isso mesmo, sem som. O alfabeto hebraico não possui vogais apenas consoantes, por isso, dizemos que ele é consonantal, quando o hebraico caiu em declínio como língua falada os massoretas que eram escribas experientes criaram pontos que representam os sons das vogais, apenas representam as vogais, não são vogais.   Abaixo segue a tabela com o alfabeto hebraico, letras, pronuncias, nomes e significados Letra Final Letra Som Nome א Gutural leve (sem som) Aleph (boi) ב, בּ B, V Beit (casa) ג G Guimel (camelo) ד D Dalet (porta) ה H Hei (grito) ו V Vav (Gancho) ז Z Zayin (arma) ח Ch (som de R raspando a garganta) Cheit (tufo) (Leia "RReit") ט T Teit (cobra) י Y Yod (mão) ך כ, כּ K, Ch (O "k" é normal, o "ch" também é "R" raspando a garganta Kaph (palma) ל L Lamed (laço) ם מ M Meim (água) ן נ N Nun (peixe) ס S Samech (apoio) ע Gutural forte (sem som) Ayin (olho) ף פ, פּ P, F Pei (boca) ץ צ Ts Tsadey (gafanhoto) ק Q Koph (macaco) ר R Reish (cabeça) שׁ, שׂ S, Sh Sin Shin (dente) ת T Tav ou tau (cruz) Às vezes, escrevemos uma palavra hebraica com nossas letras, isso se chama transliteração. Lembre-se que sempre que você ver "ch" transliterado do hebraico isso não deve ser lido como "X" em "chamado", mas deve ser lido como um "R" forte, raspando-se a garganta. Por exemplo, a palavra hebraica "chazaq" (חזק) não deve ser pronunciada como "xazaq", mas sim como "razaq", rapando a garganta no "R". Também a palavra "melech" (מלך) não deve ser lida como "melek" ou "melexi", mas sim como "meler", raspando a garganta no "R". As consoantes aleph (א) e ayin (ע) não possuem som algum. A consoante ג que possui som de "G", jamais deve ser lida como "ge", "gi" do português como em "Geraldo", "Girafa", mas deve sempre ser lida como "gue", "gui", parecido com a "get" do inglês. Repare na tabela de consoantes, que existe uma coluna chamada "Letra Final". Essa coluna mostra as consoantes que possuem uma forma diferente no final da palavra. Por exemplo, na palavra מים (pronuncia-se maim), a primeira letra é a consoante "meim", e a ultima também é "meim", porém sua forma é diferente por estar no fim da palavra. As letras ע, ח, ה, א são consideradas guturais, por que eram originalmente pronunciadas dentro da garganta. Também a consoante ר é considerada gutural às vezes. As letras א e ע pra nós não tem som mais para os falantes nativos do hebraico tem som, mais nenhum ocidental consegue fazer e nem percebe quando eles fazem, então, pra todos os efeitos elas não possuem sons Vão algumas dicas sobre o idioma, o hebraico é escrito da direita pra esquerda e lido da mesma forma, nunca devemos ler uma palavra de outro idioma como se estivéssemos lendo uma palavra da nossa língua, mesmo que haja semelhança na escrita, mais a pronuncia é diferente, o hebraico é uma língua semítica, uma das línguas mais antigas do mundo e ainda falada no estado de Israel, há diferenças entre o hebraico bíblico e o hebraico moderno mais a regra da língua é a mesma. Vou escrever algumas palavras em hebraico com pronuncia e tradução: Elohim ivarech otách Deus te abençoe אלוהים יברך אותך Elohim ivarech Otchá (f) Deus te abençoe אלוהים יברך אותו Elohim ivarech Otô Deus abençoe a ele אלוהים יברך אותה Elohim ivarech Otá Deus abençoe a ela אלוהים יברך אותנו Elohim ivarech Otanu Deus abençoe a nós אלוהים יברך אתכם Elohim ivarech Etechem Deus abençoe a você אני מאמין Ani maamin Eu acredito אני לא מאמין Ani lo maamin Eu não acredito אני מאמין באלוהים Ani maamin beelohim Eu acredito em Deus Agora que você já viu o alfabeto quadrático e o cursivo, as vogais e as semi-vogais, está na hora de aprender a ler e a escrever. Repare que coloquei acima os alfabetos e ao lado as vogais, para que você possa fazer uma rápida consulta, caso tenha esquecido o significado de alguma letra. Em primeiro lugar é importante lembrar que a lógica da escrita é totalmente diferente da nossa, e que as vogais são apenas uma ajuda para os que estão aprendendo o idioma, pois não há vogais em hebraico. Lembre-se também que o hebraico é escrito da direita para esquerda, ou seja, o contrário da nossa direção. Vamos começar por um nome que não teremos problemas para escrever com as letras hebraicas: CARLOS. Vamos colocar primeiro a letra "C". Para produzir o som de "C", vamos usar a letra kaph (k). É necessário colocar um ponto dentro do kaph, sem o ponto esta letra tem som de "ch", "ch" no hebraico é um "r" raspando a garganta. Até agora, temos a letra "C" do nome "CARLOS": Nome: K Vamos agora acrescentar a vogal "A", para escrevermos "CA". As vogais são pontos acima, abaixo ou ao lado das consoantes. A vogal "A", é chamada patah e representa-se por um risco abaixo da consoante. agora, já temos a sílaba "CA": (repare o risco abaixo do K, que representa a vogal "A".) Nome: K; Vamos agora acrescentar a consoante "R". No hebraico o som de "R" é representado pela letra resh (r). No nome "CARLOS", a consoante "R" não tem vogal. No hebraico, quando uma consoante não tem vogal, é necessário colocar um shevá (que são os dois pontos verticais abaixo da consoante: b.). O shevá indica que a consoante não tem vogal. Temos então agora "CAR": Nome: r.K; Agora, acrescentando o "L" temos "CARL": Nome: lr.K; Temos que colocar agora a cosoante "O". Como não há vogais no hebraico, as vezes é utilizado a consoante "V" (vav, no hebraico) para produzir o som de "O". Por exemplo, para escrever "BO", é utilizado "BV". O problema, é que "BV", pode ser "BO" ou "BU". Por isso, para produzir som de "O" é utilizado o "V" (no hebraico w) com um pontinho em cima, assim: A. E para produzir o som de "U" é utilizado o "V" com um pontinho no meio, assim W. Então, "BO" seria assim: AB E "BU" seria assim: WB Sendo assim acrescentando o "O" temos "CARLO": Nome: Alr.K; E por último, simplesmente acrescentamos o "S", resultando em "CARLOS": Nome: sAlr.K; Repare que, apesar de o "S" não possuir vogal, como o "R", não acrescentamos o shevá ao "S", porque o "S" está encerrando a palavra. Não é necessário colocar shevá na última letra da palavra. Precisamos aprender também a escrever "CARLOS" com o alfabeto cursivo. Compare a escrita de CARLOS no quadrático e no cursivo: Quadrático: sAlr.K; Cursivo:כַּרְלוֹס Exercício: Repare a simplicidade do alfabeto cursivo. A "beleza" fica por conta do alfabeto quadrático, usado somente em jornais, revistaetc... O alfabeto cursivo é simples porque é com ele que escrevemos a mão. Copie "CARLOS" dez vezes em uma folha de papel usando o alfabeto cursivo. Vamos agora escrever "Maria" em hebraico. O nome "Maria" vai nos ensinar uma coisa nova por causa do "a" que está no final do nome. Como já sabemos como utilizar as vogais, vamos escrever "Mari": Nome: yrIm; Repare que destaquei a sílaba "ri" em azul. Fiz isso para você notar que a letra "i" é representada por dois símbolos: o pinguinho abaixo do re a letra hebraica yod (y) na frente do mesmo. Já temos "Mari" escrito acima, vamos agora colocar o "a", que será o risquinho abaixo da letra y: Nome: y:rIm; Acima, o nome "Maria" já está completo. Só há um problema. Quando em hebraico a palavra ternina em "A" ou "E" ela geralmente é encerrada com um "H". Isto porque quando escrevemos sem as vogais, o "H" é que vai indicar a presença do "A" ou do "E" no final da palavra. Por isso, acrescentando o "H" ao final, "Maria" deve ficar assim: Nome: hy:rIm; Veja este mesmo problema do "H" no nome "Bruna" Nome: hn:WrB. E novamente no nome "Daiane": Nome: hn,y:d: Espero que esta apostila ajude vocês em seus estudos qualquer dúvida você pode visitar o meu blog, lá tem muitos assuntos interessantes. Blogmauricelio.blogspot.com E-MAIL:mauriceliobasilio@ymail.com Facebook.com/SBMAURICELIO Que Deus em Cristo nos abençoe. חסד האדון ישוע המשיך ואהבת האלהים והתחברות ברוה הקדש עם כלכם A graça do Senhor Jesus Cristo e o amor de Deus e a comunhão do espírito santo sejam convosco.

terça-feira, 27 de março de 2012

Apocalipse, a revelação de Jesus Cristo

Lição 01 APOCALIPSE, A REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO Texto Áureo: Ap. 1.3 – Leitura Bíblica: Ap. 1.1-8 Prof. José Roberto A. Barbosa www.subsidioebd.blogspot.com Twitter: @subsidioEBD INTRODUÇÃO Estamos iniciando mais um trimestre na Escola Bíblica Dominical. Desta feita, estudaremos, a partir das Lições Bíblicas – CPAD, As Sete Igrejas do Apocalipse. Trata-se de lições focadas na eclesiologia, ainda que tenha um fundo escatológico. A igreja evangélica se encontra em situação de crise, por esse motivo, o estudo a respeito da igreja é fundamental, tendo por base a Palavra de Deus a fim de reencontramos o caminho perdido. Na lição de hoje estudaremos a respeito do livro da Revelação de Jesus Cristo, o Apocalipse, a fim de contextualizarmos as Sete Igrejas que serão estudadas nas próximas lições. 1. APOCALIPSE: AUTORIA, DATA E PROPÓSITO Equivocadamente alguns cristãos se referem ao Apocalipse como de João, no entanto, se trata da “Revelação de Jesus Cristo, a qual (‘Deus lhe deu’). Cristo recebeu de Deus essa Revelação e a encaminhou através do Seu anjo (Ap. 22.16) a João, que se encontrava preso na ilha de Patmos (Ap. 1.9), situada a 80 quilômetros sudoeste de Éfeso, para que ele a transmitisse para a Igreja. O autor do livro se apresenta simplesmente como João (Ap. 1.1; 1.4; 21.2; 22.8). As igrejas da Ásia o conheciam a quem chama de irmão, com quem partilha as tribulações do reino e da perseverança (Ap. 1.9). A evidência externa aponta para a autoria de João, o autor do quarto evangelho. Já no ano 150 d.C., Justino Mártir aceitava a autoria joanina, o mesmo fez Irineu, por volta de 200 d. C. Alguns teólogos veem dificuldade para relacionar a autoria do Apocalipse com a do autor do quarto evangelho, isso porque a linguagem do Apocalipse, diferentemente da do Evangelho, é brusca e apresenta irregularidades gramaticais e sintáticas. Os estudiosos ortodoxos reconhecem, no entanto, que o Apocalipse teria sido escrito por um amanuense ou secretário, algo comum naqueles tempos (Rm. 16.22). Sendo assim, João, o discípulo amado que pertencia ao ciclo íntimo de Jesus (Jo. 21.10,24), teria ditado o evangelho a um discípulo, enquanto o Apocalipse está no seu grego comum de hebreu. A tradição eclesiástica atribui a possibilidade desse livro ter sido escrito entre os anos de 81 a 96 d. C, quando Domiciano era imperador de Roma. O gênero do livro é profético, já que o próprio termo “Apocalipse”, vem do grego apokalypsis, cujo significado é revelação, desvelamento e abertura. Essa revelação é dirigida às igrejas do primeiro século em sete cidades da província romana da Ásia (Ap. 1.4,11), que representam todas as igrejas, de todas as épocas (Ap. 2.7,23). Tais igrejas estavam sendo ameaçadas por falsos ensinamentos, tal como o dos nicolaítas (Ap. 2.5,15), pela perseguição (Ap. 2.10,13), pelo comprometimento com o paganismo, idolatria e imoralidade (Ap. 2.14,20,21) e pela complacência espiritual (Ap. 3.1-3,15-17). 2. APOCALIPSE: ESTRUTURA E TEMAS ABORDADOS No livro do Apocalipse os cristãos são chamados à fidelidade em meio a uma guerra cósmica contra Satanás e o pecado, na medida em que aguardam a vinda de Jesus. A estrutura do livro é facilmente identificada, depois de um capítulo introdutório, encontramos quatro séries de sete: sete cartas (Ap. 2,3), sete selos (Ap. 5.1-8.1), sete trombetas (Ap. 8.2-11.19) e sete flagelos (Ap. 15.1-16.21). Essa quatro séries estão intercaladas com diversos interlúdios que interrompem o fluxo da narrativa e que não pertencem à sequência da série de setes. O livro é concluído com o julgamento final da Babilônia, a civilização apóstata, e a vitória final do Reino de Deus, por ocasião da descida da Jerusalém Celestial (Ap. 17-21). A estrutura do livro pode ainda ser demarcada por quatro visões, cada uma delas iniciada com o convite: “Vem e vê” (Ap. 1.9; 4.1; 17.1; 21.9). A primeira visão mostra Cristo, o Revelador Glorificado, em seguida, as sete cartas às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. A segunda visão trata a respeito do Trono Celestial, os sete selos, o interlúdio das duas multidões, o sétimo selo, as sete trombetas, as seis trombetas, o interlúdio do anjo e o pequeno livro, a medição do templo e as duas testemunhas, em seguida, a sétima trombeta, com outro interlúdio, revelando o Dragão, a Mulher e seu Descendente, as Duas Bestas, as visões de consolo e os sete flagelos. A terceira visão apresenta o mistério da Babilônia, seu julgamento, o triunfo e a consumação final com as bodas do cordeiro, a vinda gloriosa de Cristo, a batalha entre Cristo e o Anticristo, a prisão final de Satanás e da Morte, e a Nova Criação. A quarta visão se dá com a manifestação da Jerusalém Celestial. O livro termina com um Epílogo, no qual traz um conjunto de exortações e afirmações, relacionadas, que dão credibilidade à profecia, asseguram a certeza da vinda de Cristo e solicita aos leitores para que guardem as palavras proféticas. 3. APOCALIPSE: ESCOLAS DE INTERPRETAÇÃO A interpretação do livro do Apocalipse difere, dependendo da escola, isto é, dos elementos exegéticos adotas por um determinado grupo de estudiosos. Ao longo da história, destacamos o surgimento de quatro movimentos interpretativos em relação ao Apocalipse: 1) Historicismo – compreende a ordem literária das visões, principalmente as que se encontram entre os capítulos 4 a 20.6 do livro como símbolos da ordem cronológica de eventos históricos sucessivos desde a igreja apostólica até o retorno de Cristo, com a nova terra e céu. Tais capítulos se refeririam, assim, aos períodos patrístico, medieval, da Reforma, e às eras da igreja moderna, anterior ao milênio (Ap. 20.1-6) e a segunda vinda de Cristo (Ap. 20.7-22.5); 2) Futurismo – trata da ordem das visões em referência à ordem particular dos eventos históricos, associando os capítulos 4 a 22 a eventos que acontecerão no futuro, distante dos leitores de João e das Igrejas da Ásia. Para os futuristas, os eventos que acontecerão incluem um período de sete anos de tribulação intensa (Ap. 6-19), seguida de milênio literal (Ap. 20.1-6) no qual a Igreja reinará na terra com Cristo antes da ressureição geral e da inauguração do novo céu e da nova terra (Ap. 20.7-22.5); 3) Preterista – argumenta que a maioria das visões do Apocalipse já aconteceu em um passado distante, por ocasião dos primeiros anos da igreja cristã. Para eles, Ap. 1 a 3 se referem às igrejas do primeiro século; 4 a 11 à queda de Jerusalém (70 d.C); 12 a 19 à queda de Roma no Século IV; o milênio seria o restante do período patrístico, a igreja medieval, a Reforma e as eras da igreja moderna; e 4) Idealismo – concordam com os historicistas que as visões do Apocalipse simbolizam conflitos entre Cristo e a Sua igreja de um lado, e Satanás e o Mal do outro, da era apostólica até a segunda vinda de Cristo. No entanto, os idealistas afirmam que a ordem dos eventos não se refere a uma sequência temporal (cronológica), antes encontram expressão das lutas da igreja em curso na perseverança da fé no presente. A narrativa de Ap. 4 a 19 diz respeito, para os idealistas, a cada época da igreja, todas elas experimentam os embates contra as forças que se opõem a Cristo, e que, por outro lado, incitam a igreja à perseverança. CONCLUSÃO João, o apóstolo autor do quarto evangelho escreveu o Apocalipse enquanto se encontrava preso na ilha de Patmos (Ap. 1.1), antes do ano 96 d. C., que recebeu, de Jesus, a revelação das coisas “que brevemente devem acontecer”. Neste livro temos uma previsão de como tudo termina e como será o futuro da igreja, daqueles que permaneceram fiéis diante das palavras encorajadoras reveladas por Jesus expressas por João ao longo do Apocalipse. Apesar de tudo, há esperança, pois o pecado não mais persistirá, o reino das trevas será vencido, teremos comunhão com Cristo na eternidade, e reinaremos com Ele para sempre (Ap. 22.5), mas todos aqueles que têm essa esperança devem se purificar assim como Ele é puro (I Jo. 3.3). BIBLIOGRAFIA LADD, G. Apocalipse: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1980. SILVA, S. P. Apocalipse: versículo por versículo. Rio de Janeiro: CPAD, 1995. Eu baixei este comentário da nova lição do trimestre sobre outra visão, mais o se3ntido é o mesmo, vc deixar seu cometário se quiser.